Igreja Evangélica Pentecostal

II Aos Corintios 11:28 - Alem das coisas exteriores, me oprime cada dia o cuidado de todas as igrejas.

Archive for October, 2012

Jejum, Meditação e Oração

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Quando entrar em Consagração, saiba mais sobre os três principais elementos para o crescimento cristão de forma saudável e correto, à luz da Palavra.

 

O Jejum

O jejum é uma prática utilizada desde os tempos mais remotos. Ele descreve um período em que uma pessoa se abstém parcial ou totalmente de alguns tipos de alimentos. Ele está ligado tanto ao âmbito espiritual quanto ao medicinal, visto que a abstinência de determinados alimentos resultam numa limpeza natural do estômago, trazendo inúmeros benefícios para a saúde. Médicos recomendam que as pessoas façam jejuns de tempos em tempos. Porém, nosso foco principal neste estudo, como cristãos, é visar o lado espiritual do jejum. Devemos nos lembrar também que a Bíblia não cita de quais alimentos devemos nos abster, nem estipula o período que devemos praticar o jejum. Isso deve ser algo íntimo da pessoa com Deus, ou, em casos de Consagração de toda uma igreja, de acordo com o que o Sacerdote estipular.

O propósito principal do jejum na vida do cristão é consagração e santificação a Deus. Quando jejuamos, estamos mortificando a nossa carne e afligindo a nossa alma, permitindo com que o nosso espírito fique mais aguçado para as coisas espirituais. Muitos jejuam apenas por desejarem uma bênção específica de Deus. Isto não está num todo errado. Porém, não se deve crer no jejum. Nossa fé deve estar em Deus. O jejum não muda a Deus, mas sim a nós. A Bíblia menciona que Deus, o nosso Pai que nos vê em secreto, nos recompensa quando jejuamos de forma correta (Mateus 6: 16-18). Isso funciona porque o jejum, aguçando o nosso espírito para as coisas espirituais, libera a nossa fé. Ora, a fé é algo espiritual, e não carnal. Quando a fé é colocada em prática, então é que pedimos as bênçãos e elas acontecem (Mateus 21: 22). A fé expressa confiança em Deus, e não no jejum. O jejum apenas libera a fé.

Quando vemos Jesus dizendo aos discípulos que eles não puderam expulsar certa casta de demônios, Ele chama a atenção para a ausência do jejum na vida deles, mas não somente a isso, atribuindo também o fato à falta de fé. (Mateus 17: 14-21).

Entendemos, portanto, que além de consagração e santificação, o jejum nos prepara para uma batalha espiritual. Pela falta de jejum, os discípulos estavam desabilitados para a guerra espiritual. Isso liga o jejum à outra prática que é fundamental para uma vida cristã saudável: o conhecimento da Palavra.

O Verdadeiro Jejum Bíblico

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O jejum é uma abstinência voluntária de alimentos por um período definido e propósito específico. Ele pode ser total ou parcial.  Vem sendo praticado pela humanidade em todas as épocas, nações, culturas e religiões. Pode ser com finalidade espiritual ou até mesmo medicinal, visto que o jejum traz tremendos benefícios físicos com a desintoxicação que produz no corpo.

Com o assustador advento da nova era, a filosofia oriental e suas religiões tem sido amplamente divulgadas em nossa cultura, muitas dessas religiões pagãs trazem consigo uma prática assídua do jejum e da alimentação vegetariana, o que tem levantado em nosso meio um certo preconceito a esses assuntos.

Graças a Deus a igreja de nossos dias está redescobrindo o que a Bíblia diz acerca do jejum. Ensinos distorcidos ou simplesmente nenhum estímulo ao jejum também são freqüentes ainda em nossos dias.

Creio que a Igreja de hoje vive dividida entre dois extremos: aqueles que não dão valor algum ao jejum e aqueles que se excedem em suas ênfases, confundindo-se ao antigo gnosticismo cristão. Penso que Deus queira despertar-nos para a compreensão e prática deste princípio que, sem dúvida, é uma arma poderosa para o cristão.

Não há regras fixas na Bíblia sobre quando jejuar ou qual tipo de jejum praticar, isto é algo pessoal. O princípio básico para essa prática é: “Abster-se voluntariamente de alguma coisa importante a fim de dedicar maior tempo a Deus”.

Tendo em mente esse princípio afirmo ser possível praticarmos em nossos dias jejum de televisão, festas, excesso de trabalho, ou qualquer outro elemento em nossas vidas.

 

Na Antiga Aliança o Jejum era Obrigatório? E Hoje?

No Antigo Testamento, na lei de Moisés, os judeus tinham um único dia por ano de jejum instituído: o do Dia da Expiação (Lv.16:29,31 e 23:27), que também ficou conhecido como “o dia do jejum” (Jr.36:6) e ao qual Paulo se referiu como “o jejum” (At.27:9). Depois no período do exílio foram estabelecidos para cada ano, quatro dias de jejum nacional: 1) Pela queda de Jerusalém (Jr 52:6); 2) Pela destruição do templo (2 Rs 25:8,9 e Jr 52:12); 3) Pelo assassinato de Gedalias (2 Rs25:25; Jr 41:1,2); 4) princípio do cerco (2 Rs 25:1; Jr 52:4 e Zc 8:19,20).

O Que é e Como se Manifesta o Reino de Deus?

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REINO DE DEUS é a manifestação do poder de Deus aqui na Terra. Jesus disse:
“Mas, se eu expulso os demônios pelo Espírito de Deus, é conseguintemente chegado a vós o Reino de Deus” (Mateus 12.28).
       Não é um reino vinculado ao domínio social ou político sobre as nações ou reinos deste mundo, que continuará inimigo de Deus e do seu povo. Somente na plenitude dos tempos é que o Reino de Deus se manifestará com força e com juízo. Os milagres, as curas, a renovação espiritual (novo nascimento) são manifestações do Reino, algumas visíveis, outras invisíveis aos nossos olhos. Somos soldados desse Reino; somos participantes desse Reino. A condição para entrar nesse reino é:“Arrependei-vos e crede no evangelho” (Marcos 1.15). O Reino de Deus está na Terra para destruir as obras do diabo (Lucas 4.18). A máxima evidência de que pertencemos a esse Reino é termos uma vida de justiça, paz, e alegria no Espírito Santo, com o que somos luz do mundo e sal da terra e damos testemunho, como nosso exemplo, das nossa fé no Senhor Jesus, fé obediente. Assim, o Reino de Deus está em nós e nós estamos nele. Mas para entrarmos nesse Reino é preciso um esforço. Precisamos romper com o pecado, com os prazeres mundanos, com as práticas pecaminosas, e exercer pleno domínio sobre os desejos da carne (Mateus 11.12). Os participantes desse Reino possuem uma procuração passada por Jesus, com poderes plenos para, em Seu nome, destruir as obras de Satanás (Marcos 16.17-18).

Como Entender o Julgamento de Deus?

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Seremos Julgados e/ou Justificados (salvos) Somente por Deus?

  • Rm 8:33: “É Deus quem os justifica”.
  • Ef 2:8-9: “É pela graça que sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é Dom de Deus – não das obras, paraque ninguém se glorie.

Resposta:
É claro que somente Deus pode julgar. Jesus é o Justo Juiz que julgará com justiça (Atos 10.42). Veja o exemplo de um rio: é preciso que exista o leito (a fé) para a água fluir (a graça).

Somente Pela Fé?

  • Rm 3:20-28:”Por isso ninguém será justificado diante dele pelas obras da lei (…) pois todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus, e são justificados gratuitamente pela sua graça (…) concluímos pois que o homem é justificado pela fé, sem as obras da lei”.
  • Gl 2:16: “Sabemos que o homem não é justificado pelas obras da lei, mas pela fé em Jesus Cristo, também temos crido em Jesus Cristo para sermos justificados pela fé em Cristo, e não pelas obras da lei, porque pelas obras da lei ninguém será justificado”.

Resposta:
A fé é indispensável: Quem nEle crê [em Jesus] não é condenado; mas quem não crê já está condenado, porque não crê no unigênito Filho de Deus (Jo 3.18).

Somente pelas obras?

  • Rm 2:6: “Deus recompensará a cada um segundo as suas obras”.

Como Entender o Arrependimento de Deus?

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Deus nunca muda de idéia nem se arrepende do que faz?

  • (Ml 3:6) “Eu, o Senhor, não mudo.
  • (Nm 23:19) Deus não é homem para que minta, nem filho do homem para que se arrependa.
  • (1Sm 15:29) Aquele que é a Glória de Israel não mente nem se arrepende; pois não é homem para que se arrependa…”.

Volta atrás e se arrepende?

  • (Êx 32:14) “Então o Senhor se arrependeu do mal que dissera havia de fazer ao seu povo.
  • (Gn 6:6-7) Então arrependeu-se o Senhor de haver feito o homem sobre a terra, e isso lhe pesou no coração (…) pois me arrependo de os haver feito. (Jn 3:10) Deus se arrependeu do mal que tinha dito lhes faria, e não o fez.
  • (2Rs 20:1-7) Ezequias adoeceu e o profeta Isaías disse: Assim diz o Senhor: Põe a tua casa em ordem, porque morrerás e não viverás. Ezequias orou ao Senhor e chorou muitíssimo. Então o Senhor fez Isaías voltar e falar para Ezequias que tinha ouvido as orações e o curou”
  • (Gn 18:23-33) Abraão consegue convencer a Deus que não deveria destruir a cidade de Sodoma se lá encontrasse pelo menos 10 justos. No início todos seriam destruídos, justos e ímpios, mas com a interferência de Abraão, que demonstrou ser um excelente argumentador, o Senhor amoleceu o coração e passou a ser mais condescendente. Dos 50 justos que havia falado anteriormente, se conformou em procurar apenas dez.

RESPOSTA: