Igreja Evangélica Pentecostal

II Aos Corintios 11:28 - Alem das coisas exteriores, me oprime cada dia o cuidado de todas as igrejas.

E se Jesus voltasse amanhã…?

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“E eis que venho sem demora, e comigo está o galardão que tenho para retribuir a cada um segundo as suas obras” (Ap 22.12).

Imaginemos Jesus voltando amanhã para buscar a Sua Igreja. Imaginemos ter exatamente 24 horas de prazo à nossa disposição. O que seria importante para nós nesse momento? Como usaríamos o tempo disponível?

No começo haveria uma grande agitação. Mas certamente cada um de nós rapidamente faria planos acerca do que ainda desejaria realizar na terra nessas últimas 24 horas.

Em primeiro lugar, todo crente se humilharia diante de Deus e confessaria todos os pecados que inquietam seu coração e pesam em sua consciência. Em seguida, iríamos rapidamente falar com todas as pessoas contra quem cometemos injustiças, pedindo-lhes perdão e procurando verdadeira reconciliação. Quando não fosse possível fazê-lo pessoalmente, telefonaríamos, escreveríamos ou mandaríamos um fax.

Para estar ainda mais bem preparado para o arrebatamento, certamente todo crente ainda haveria de pensar sobre as oportunidades de servir negligenciadas e tentaria recuperar as chances perdidas. Acima de tudo nos empenharíamos para que nossos parentes, amigos e vizinhos ouvissem um testemunho claro da nossa fé. Não mediríamos esforços e faríamos tudo para ganhar a sua atenção. Eles haveriam de perceber a nossa seriedade. E provavelmente nesse dia cada um de nós ganharia pelo menos uma pessoa para Jesus.

Então pensaríamos no nosso dinheiro, lastimando termos dado tão poucas ofertas para o reino de Deus. Sacaríamos as nossas cadernetas de poupança, distribuindo o dinheiro de maneira sensata onde houvesse necessidade. Nem em sonho alguém pensaria em desperdiçar tempo com divertimentos e lazer nesse dia.

A seguir iríamos para a última reunião de estudo bíblico e oração na igreja. O prédio seria pequeno demais para tanta gente. Muitos estariam de pé. Todos orariam sem envergonhar-se no meio da grande multidão ou em grupos menores. E quando chegasse a hora dos testemunhos, as pessoas não iriam parar de falar. Cada um contaria das suas experiências com Deus e relataria o que o Senhor fez por seu intermédio nesse dia. Certamente todos os testemunhos terminariam de maneira semelhante: “Eu lamento muito porque por tantos anos não vivi de maneira totalmente consagrada, que ajudei tão pouco na expansão do reino de Deus, que dei poucas ofertas, que quase não testemunhei a outros, e que raramente participei das reuniões de oração, porque pretensamente tinha coisas mais importantes a fazer. Espero que o Senhor ainda demore mais um pouco e só volte daqui a dois ou três anos! Então eu mudaria totalmente a minha vida! Gostaria tanto de produzir frutos para a eternidade, de juntar tesouros no céu”.

Ninguém olharia para o relógio desejando que o culto acabasse logo.

É uma atitude absolutamente realista crer que Jesus poderá voltar amanhã. Todos os sinais do nosso tempo mostram que vivemos nos últimos dias. Mas talvez ainda nos restem exatamente esses dois ou três anos de prazo para trabalhar para o Senhor. Assim, nosso desejo de fato estaria realizado e ainda teríamos tempo para recuperar parte daquilo que negligenciamos. Comecemos hoje mesmo!

O Último Passo de Incredulidade

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“Ninguém, de nenhum modo, vos engane, porque isto não acontecerá sem que primeiro venha a apostasia e seja revelado o homem da iniqüidade, o filho da perdição” (2 Ts 2.3).

A apostasia e o surgimento do anticristo antecedem a volta visível de Jesus

É o que concluímos de 2 Tessalonicenses 2.3, onde está escrito: “Ninguém, de nenhum modo, vos engane, porque isto não acontecerá sem que primeiro venha a apostasia e seja revelado o homem da iniqüidade, o filho da perdição”. Naturalmente, pode-se perguntar com razão: o que significa “apostasia” e a quem ela se refere? Minha resposta é:

Não se trata da Igreja dos renascidos, do corpo de Cristo

 

Muitas pessoas pensam que somente cristãos que estão em Deus podem vir a se tornar apóstatas. Elas imaginam que somente a cristandade verdadeira, que é salva, pode desviar-se da fé em Jesus. Mas, segundo o meu entendimento, não é o que essa passagem bíblica pretende nos dizer.

Filhos de Deus verdadeiros realmente podem cair em pecado, podem abandonar o primeiro amor por Jesus e passar a amar o mundo. Tudo isso torna necessário o tribunal de Cristo após o arrebatamento. Ali seremos julgados segundo as nossas obras e poderemos receber “galardão” ou “sofrer dano” (1 Co 3.11-15). Por isso, como filhos de Deus, somos seriamente advertidos a respeito, por exemplo, em 1 João 2.28: “Filhinhos, agora, pois, permanecei nele, para que, quando ele se manifestar, tenhamos confiança e dele não nos afastemos envergonhados na sua vinda.” Afastar-se envergonhado do Senhor na Sua vinda não é o mesmo que a apostasia total, descrita por Paulo em 2 Tessalonicenses 2. É o que vemos também em 1 João 3.9: “Todo aquele que é nascido de Deus não vive na prática do pecado; pois o que permanece nele é a divina semente; ora, esse não pode viver pecando, porque é nascido de Deus” (compare também 1 Jo 4.13). Em outras palavras: um filho de Deus renascido pode abandonar a comunhão com Jesus por tolerar o pecado em sua vida, pode continuar em pecado ou amar o mundo (1 Jo 2.15). Isso pode entristecer ou apagar o Espírito Santo (Ef 4.30; 1 Ts 5.19) e tal pessoa será responsabilizada diante do tribunal de Cristo por ter agido assim. Mas um renascido de verdade, que crê na Bíblia, não pode mais apostatar da fé do modo como está dito no contexto de 2 Tessalonicenses 2. Os apóstatas são pessoas que nunca aceitaram o amor da verdade para sua salvação e nunca creram na verdade: “…com todo engano de injustiça aos que perecem, porque não acolheram o amor da verdade para serem salvos… a fim de serem julgados todos quantos não deram crédito à verdade; antes, pelo contrário, deleitaram-se com a injustiça” (vv. 10 e 12). Isso significa que não se trata de pessoas que algum dia estiveram firmes na fé e depois se afastaram de Deus.

As Sete Igrejas do Apocalipse

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Quem tem ouvidos ouça o que o Espírito diz às igrejas’ Ap 3:22

As sete igrejas do Apocalipse referem-se a igrejas literais descritas no Apocalipse, capítulos 2 e 3. Essas igrejas cristãs estavam  localizadas na Ásia Menor durante a época do Império Romano. Embora as igrejas reais deixassem  de prosperar nos séculos de controle muçulmano,  depois dos romanos, há vestígios arqueológicos de todos os sete locais existentes na atual Turquia.

 

Significado Último das Sete Igrejas

São igrejas literais do primeiro século dC. No entanto, elas também têm um significado espiritual para as igrejas e crentes de hoje. O objetivo principal de João ao escrever as cartas para as Sete Igrejas, era entregar um “boletim” de Cristo para as igrejas da época. Um segundo propósito dos escritos inspirados de João era descrever sete tipos de igrejas (e crentes) que surgiria uma e outra vez ao longo da história. As breves cartas às igrejas do Apocalipse, estão como lembretes comoventes para os seguidores de Cristo.

O Fruto Mais Precioso do Paciente Lavrador

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“Sede, pois, irmãos, pacientes, até a vinda do Senhor. Eis que o lavrador aguarda com paciência o precioso fruto da terra” (Tg 5.7).

 

Na verdade, espiritualmente falando, somos todos lavradores. A Bíblia usa freqüentemente exemplos tirados da agricultura. Todos nós trabalhamos no campo que nos foi designado, o local onde Deus nos colocou. Nós “semeamos” e “colhemos”, “plantamos” e “regamos”, “arrancamos as ervas daninhas” e “cuidamos das plantas”, seja no casamento, na família, na educação dos filhos ou no trato com nossos semelhantes. E vivemos na esperança de uma boa colheita no fim da nossa vida.

 

Tiago usou a figura da agricultura em sua carta: “Sede, pois, irmãos, pacientes, até a vinda do Senhor. Eis que o lavrador aguarda com paciência o precioso fruto da terra, até receber as primeiras e as últimas chuvas. Sede vós também pacientes e fortalecei o vosso coração, pois a vinda do Senhor está próxima. Irmãos, não vos queixeis uns dos outros, para não serdes julgados. Eis que o juiz está às portas. Irmãos, tomai por modelo no sofrimento e na paciência os profetas, os quais falaram em nome do Senhor. Eis que temos por felizes os que perseveraram firmes. Tendes ouvido da paciência de Jó e vistes que fim o Senhor lhe deu; porque o Senhor é cheio de terna misericórdia e compassivo” (Tg 5.7-11).

Carta à Igreja de Pérgamo

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“ Ao anjo da igreja que está em Pérgamo escreve: Isto diz aquele que tem a espada aguda de dois gumes: Sei onde habitas, que é onde está o trono de Satanás; mas reténs o meu nome e não negaste a minha fé, mesmo nos dias de Antipas, minha fiel testemunha, o qual foi morto entre vós, onde Satanás habita. Entretanto, algumas poucas coisas tenho contra ti; porque tens aí os que seguem a doutrina de Balaão, o qual ensinava Balaque a lançar tropeços diante dos filhos de Israel, introduzindo-os a comerem das coisas sacrificadas a ídolos e a se prostituírem. Assim tens também alguns que de igual modo seguem a doutrina dos nicolaítas. Arrepende-te, pois; ou se não, virei a ti em breve, e contra eles batalharei com a espada da minha boca. Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas. Ao vencedor darei do maná escondido, e lhe darei uma pedra branca, e na pedra um novo nome escrito, o qual ninguém conhece senão aquele que o recebe ”.  Apocalipse 2.12-17.