Igreja Evangélica Pentecostal

II Aos Corintios 11:28 - Alem das coisas exteriores, me oprime cada dia o cuidado de todas as igrejas.

Seja Cheio do Espírito

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Para muitos, ser cheio do Espírito Santo é um assunto vago e místico. Não há uma ideia clara e definida na mente das pessoas em relação a isso, além do fato de haver muitos ensinamentos errados sobre esse ministério do Espírito. Não admira que os cristãos sejam confusos quanto a esse assunto.

Em primeiro lugar, ser cheio do Espírito deve ser diferente de Seus outros ministérios:

A habitação
Isso significa que a Terceira Pessoa da Trindade mora, literalmente, no corpo de cada crente. Nosso corpo é o templo do Espírito.

O batismo
O batismo é o ministério do Espírito que coloca uma pessoa no corpo de Cristo no momento em que ela crê. A partir de então, ela se torna membro da Igreja Universal.

O selo
Um selo é uma marca de posse e segurança. Deus Espírito marca o crente como sinal de que pertence ao Senhor e está seguro por Ele.

O penhor
Isso significa um sinal ou garantia. Alguns o comparam com a aliança de noivado. Tão certo como a pessoa possui o Espírito, ela também receberá, um dia, a herança por completo.

A unção
No Antigo Testamento, reis e sacerdotes eram ungidos com óleo em um rito inaugural. Da mesma forma, o Espírito nos unge como sacerdotes reais. A unção possui um significado adicional em 1 João 2.27. O ministério de ensino do Espírito nos permite distinguir a verdade do erro.

Não Vos Enganeis

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Gostaria de explanar, nesta oportunidade, sobre os enganados. Pessoas ludibriadas, trapaceadas, logradas. Pessoas que caíram numa armadilha. Mais: gostaria de falar sobre pessoas que caíram no engano que elas mesmo prepararam. Como isso?
O título da presente é um pedaço de versículo que foi escrito pelo Apóstolo Paulo aos Cristãos de da cidade de Corinto (I Cor.6:9). Uma observação, à primeira vista, desnecessária. Ofensiva, até. Como os cristãos de Corinto se enganariam? Uma observação mais acurada nos leva à inevitável conclusão de que Paulo (como sempre) estava certo. E realmente nós somos hábeis mentirosos. Principalmente quando é para nossa própria proteção. Isso mesmo: somos capazes de mentir para nós mesmo. Uma prática do natural instinto de auto-preservação. Mentimos para proteger nossos ideais, nossos valores, nossa integridade, nossa família, nossa reputação. Os motivos não têm muita importância.
Já tive a oportunidade de ministrar sobre esta situação nas mensagens “fundamento de nossos atos” e “atos x palavras”. Se conseguir encontra-las, recomendo que leia.
O fato é que a Bíblia diz que nem todos os dizem “Senhor, Senhor” entrarão no Reino de Deus, mas aquele que faz a vontade do Pai. Naquele dia muitos dirão que profetizaram em nome do Senhor, e que em seu nome fizeram muitas maravilhas, e receberam o ensinamento do Senhor, mas serão rejeitados, por que praticavam a iniqüidade (Mt. 7:21-23).
Pelo texto podemos concluir que os que foram apartados de Jesus estavam plenamente convictos de que seriam salvos. Tinham plena e total certeza de seriam salvos. Estavam enganados… Viveram toda a sua vida num engano, acreditando numa mentira que foi desmascarada no ultimo dia…
Há uma diferença muito grande entre sermos levados ao enganados, por outra pessoa; e sermos nós mesmos o agente do engano. Isto é, quando somos nós que provocamos o nosso próprio engano.
Essa palavra engano, normalmente, é utilizada para denunciar a boa-fé. A pessoa fez uma coisa enganada. Não tinha a intenção de prejudicar… mas as coisas não deram certo como o previsto, e o que era para ser uma coisa sem muita importância, saiu do controle e um grande problema surgiu daí…
Nós, membros de uma das igrejas de Cristo, podemos até perdoar um engano, um equívoco. Compreender, aceitar as explicações sobre os fundamentos, as origens e as motivações do engano cometido. O Senhor nosso Deus, em seu julgamento, não vai aceitar nossas explicações. Não existe boa-fé, justificativa e explicação para as mentiras que nos forçamos a acreditar. Já disse que nós não acreditamos na verdade, e nem deixamos de acreditar nas mentiras? Nós acreditamos no que queremos acreditar. Nos forçamos a acreditar no que nos é agradável, desejável, lucrativo ou conveniente.
Daí porque penso ser importante explicar quais os enganos reflexivos (auto-enganos) previstos na Bíblia, a fim de que não se cumpra o que está escrito: vós errais por não conhecer as Escrituras (Mt.22:29). Em especial, falar das situações onde nós próprios somos o agente e a vítima do engano: somos nós mesmo que somos enganados porque queremos crer no engano que criamos, porque nos é favorável, conveniente, belo, agradável, lucrativo, desejável.
Você tem vivido a verdade do Evangelho ou a mentira do auto-engano? Jesus é Senhor de tua vida, ou ele é apenas um “coadjuvante”?
Você não tem que convencer a mim, ou à igreja de que Jesus é o Senhor de tua vida. É o próprio Jesus que vai dizer pra ti se você O serviu ou não. Se você O amou sobre todas as coisas ou não.
No dia do Julgamento do Tribunal de Cristo você será colocado à direita ou à esquerda de Jesus (Mt. 7:21-23 e 25:41-46)?

Segunda parte:
Na primeira parte da presente, fizemos algumas considerações sobre o “auto-engano” (engano reflexivo).
Penso ser importante fazer uma breve (e põe breve nisso!) explanação sobre as mais comuns formas de auto-engano. Aliás, são as formas que estão descritas na Bíblia mas que não têm merecido um maior detalhamentos por parte da maior parte dos obreiros que estão à frente de nossas igrejas.
Em nossa pesquisa bíblica, encontramos os alertas específicos abaixo sobre o auto-engano:

1 Coríntios 3:18

“Ninguém se engane a si mesmo; se alguém dentre vós se tem por sábio neste mundo, faça-se louco para se tornar sábio”.  1 Coríntios 3.18

Não basta termos um profundo conhecimento das ciências naturais (exatas, humanas, biológicas) para que sejamos guindados, elevados à condição de sábios. Não basta ter um profundo conhecimento da Bíblia para que nos tornemos sábios. Muito pelo contrário, se o conhecimento não for dirigido, instruído e amealhado pela direção do Espírito Santo de Deus, em vez de ajudar, atrapalha. É o que Bíblia diz em II Cor.8:1 – a ciência incha. Se necessário, para que alcancemos a sabedoria que vem do alto, temos que nos sujeitar a sermos taxados de loucos pelos “sábios” deste mundo perdido em trevas.

1 Coríntios 6:9

“Não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não vos enganeis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbedos, nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o reino de Deus”.  1 Coríntios 6.9

A Distinção Entre os Dons Espirituais e o Fruto do Espírito

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A Palavra de Deus na carta aos Gálatas 19 a 25 assegura que as obras da carne são conhecidas as quais são: Prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçarias, inimizades, porfias, ciúmes, iras, discórdias, dissensões, facções, invejas, bebedices, glutonarias e coisas semelhantes a estas, a respeito das quais eu vos declaro como já, outrora, vos preveni que não herdarão o reino de Deus os que tais coisas praticam.

Mas o Fruto do Espírito é: Amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, caridade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio. Contra estas coisas não há lei. E os que são de Cristo Jesus crucificaram a carne, com as suas paixões e concupiscências. Se vivermos no Espírito, andemos também no Espírito.

Amados em Cristo, a palavra exorta para que andamos na luz e não tropeçamos nas obras da carne as quais são trevas. Necessário é praticar e viver as obras do Espírito, ser participante do fruto do Espírito. Porque fomos chamados à liberdade, e não podemos usar da liberdade para dar ocasião à carne, mas servir uns aos outros pela caridade.

Se vivermos para a carne certamente praticamos as obras que são próprias da carne, fazendo a vontade da carne, isto é viver na prática do pecado que habita na carne. Porque se já morremos com Cristo, cremos que também com Ele viveremos; sabendo que, havendo Cristo ressuscitado dos mortos, morremos para o pecado; mas, vivemos para Deus.

E não reine, portanto, o pecado em vosso corpo mortal, nem tampouco apresenteis os vossos membros ao pecado, mas apresentai-vos a Deus, como instrumentos de justiça.

Mas, agora, libertados do pecado e feitos servos de Deus, tendes o vosso fruto para santificação, e por fim a vida eterna. Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus, nosso Senhor.

A Palavra de Deus nos exorta a vigiar para que o pecado não venha habitar em nós, porque o pecado é próprio da carne, e a carne inclina-se para o pecado, mas o espírito anseia pelas obras do Espírito, então há um conflito constante entre a carne e o espírito, relatado no capítulo 7 da carta aos Romanos, vejamos:

Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem algum; e, com efeito, o querer está em mim, mas não consigo realizar o bem. Porque não faço o bem que quero, mas o mal que não quero, esse faço. Ora, se eu faço o que não quero já o não faço eu, mas o pecado que habita em mim.

Acho então, que quando quero fazer o bem, o mal está comigo. Porque, segundo o homem interior, tenho prazer na lei de Deus, mas vejo nos meus membros outra lei que batalha contra a lei do meu entendimento e me prende debaixo da lei do pecado que está nos meus membros.

Dou graças a Deus por Jesus Cristo, nosso Senhor. Assim que eu mesmo, com o entendimento, sirvo à lei de Deus, mas, com a carne, à lei do pecado.

NÃO HÁ CONDENAÇÃO PARA OS QUE ESTÃO EM CRISTO
Portanto, agora, nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, que não andam segundo a carne, mas segundo o espírito. Porque Jesus me livrou da lei do pecado e da morte.

Porque Deus, enviando o seu Filho em semelhança da carne do pecado, e pelo pecado, condenou o pecado na carne, para que a justiça da lei se cumprisse em nós, que não andamos segundo a carne, mas segundo o Espírito.

Porquanto os que são segundo a carne inclinam-se para as coisas da carne; mas os que são segundo o Espírito, para as coisas do Espírito. Porque a inclinação da carne é morte; é inimizade contra Deus, mas a inclinação do Espírito é vida e paz. Portanto, os que estão na carne não podem agradar a Deus, e, se alguém não tem o Espírito de Cristo, esse tal não é dele.

A PALAVRA NOS ACONSELHA IMITAR A CRISTO
Portanto, se já ressuscitastes com Cristo, buscai as coisas que são de cima, onde Cristo está assentado à destra de Deus. Pensai nas coisas que são de cima e não nas que são da terra; e quando Cristo, que é a nossa vida, se manifestar, então, também vós vos manifestareis com Ele em glória.

Mortificai, pois, os vossos membros que estão sobre a terra: a prostituição, a impureza, o apetite desordenado, a vil concupiscência e a avareza, que é idolatria; pelas quais coisas vêm a ira de Deus sobre os filhos da desobediência.

Andar em amor, como também Cristo nos amou e se entregou a si mesmo por nós, em oferta e sacrifício a Deus, em cheiro suave. Porque o fruto da justiça semeia-se na paz, para os que exercitam a paz. E não entristeçais o Espírito Santo de Deus, no qual estais selados para o Dia da Redenção.

Sede, pois, imitadores de Deus, como filhos amados; e andai em amor, como também Cristo vos amou e se entregou a si mesmo por nós, em oferta e sacrifício a Deus, em cheiro suave.

Missões Inteligentes

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Inclinai os ouvidos, e ouvi a minha voz; atendei bem e ouvi o meu discurso. Porventura lavra todo o dia o lavrador, para semear? Ou abre e desterroa todo o dia a sua terra? Não é antes assim: quando já tem nivelado a sua superfície, então espalha nela ervilhaca, e semeia cominho; ou lança nela do melhor trigo, ou cevada escolhida, ou centeio, cada qual no seu lugar? O seu Deus o ensina, e o instrui acerca do que há de fazer. Porque a ervilhaca não se trilha com trilho, nem sobre o cominho passa roda de carro; mas com uma vara se sacode a ervilhaca, e o cominho com um pau. O trigo é esmiuçado, mas não se trilha continuamente, nem se esmiúça com as rodas do seu carro, nem se quebra com os seus cavaleiros. Até isto procede do Senhor dos Exércitos; porque é maravilhoso em conselho e grande em obra. (Isaías 28.23-29)

Este texto é uma orientação Inteligente de Deus ao profeta Isaias, para semear com Inteligência, com projeto, com precisão, com cada coisa no seu lugar. Existe muito diferença com a Parábola do Semeador, onde a semente cai em quatro lugares diferentes de terra. Hoje podemos de maneira Inteligente jogar nossa semente no lugar certo. Não teria resultado algum falar de Jesus a uma pessoa com álcool no corpo, nem a um drogado. Fazer isso é como jogar as Perolas aos Porcos, vás perder tempo e jogar palavras fora. Para falar de Jesus a este tipo de pessoa tem que estar consciente, sóbrio, sem álcool e sem droga. (Mateus 7.6) Não deis aos cães as coisas santas, nem deiteis aos porcos as vossas pérolas, não aconteça que as pisem com os pés e, voltando-se, vos despedacem.

Encontramos no Chile varias igrejas Centenárias, com mais de 102 anos de Fundação, algumas delas usam um Sistema de Evangelização bem antigo, por não dizer antiquado, onde um grupo pequeno da igreja sai em fila de dois cantando pelas ruas e pregando, só que na maioria das vezes o pregador ou pregadora joga suas palavras fora, pois quem esta diante deles é um muro de concreto ou arvores escutando. Esses irmãos poderiam alegar que a pregação esta penetrando pela parede ou pela janela. Teria que ser um milagre, como deve ter acontecido em 100 anos de Historia, mas no fundo isso não é uma maneira Inteligente de fazer evangelismo. E quando tem alguém dentro da casa e começa ouvir a palavra eles rapidamente fecham a porta e a janela.

Na Graça, Feliz é Quem Não Se Condena

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“Tens tu fé? Tem-na em ti mesmo diante de Deus. Bem-aventurado aquele que não se condena a si mesmo naquilo que aprova.” (Romanos 14:22). Por muito tempo nós que fizemos parte do sistema religioso vivemos presos em um labirinto chamado condenação. Tudo o que queríamos fazer trazia-nos certo desconforto, pois não sabíamos se aquilo era permitido pelo “líder espiritual” ou se seríamos julgados pelo “irmãozinho” da igreja. No texto bíblico citado, Paulo deixa claro que FELIZ É AQUELE QUE NÃO SE CONDENA. E, hoje, podemos viver esta plena felicidade, pois a Graça de Deus traz a liberdade ao invés do senso de reprovação. Na religião éramos tratados como crianças (que não sabem bem o que devem praticar e que precisam de um aio para ser guiadas perante o que pode e o que não pode fazer). Mas, agora em Graça, somos adultos espirituais, plenos no conhecimento e livres para fazer o que queremos, pois estamos certos que tudo gera um resultado, e somos capazes de discernir o bem do mal.

E quando estamos realmente com o espírito ativado optamos por fazer as coisas boas que trazem um bom testemunho e boas consequências. É por isso que não devemos nos condenar a nós mesmos, pois sabemos qual caminho devemos trilhar. E embora haja tantos a serem seguidos, o Espírito de Deus que habita dentro de nós nos guia sempre pelas veredas corretas em direção ao alvo.

A graça de Deus permite vivermos, sem condenação, as maravilhas que o Senhor preparou para os Seus, pois a revelação que veio a nós nos fez livres de todo império da morte e condenação. Hoje, sim, temos plena confiança de que vivemos reinando em vida por intermédio da Sua Palavra que nos edificou e nos fez bem-aventurados.

“A vos renovar no espírito da vossa mente.” (Efésios 4:23)