Igreja Evangélica Pentecostal

II Aos Corintios 11:28 - Alem das coisas exteriores, me oprime cada dia o cuidado de todas as igrejas.

Andando segundo a vontade de Deus

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Que plenitude! Que Abundância!

A graça salva, justifica, edifica, redime, perdoa, confere uma herança, posição, um trono do qual podemos nos aproximar confiante por misericórdia e socorro, ensina-nos a viver nos dá uma bendita esperança!

Veja esta seleção da palavra que nos leva a enxergar estas verdades.

Leia a palavra de Deus, medite em seus ensinamentos e deixe-se envolver pelo Espírito Santo que nos conduz pelos santos caminhos.

Efésios 2.8,9

“Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie.”

Tito 2.11-13

O porquê da Adoração

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Em Mateus 4:10, durante sua tentação, Jesus diz ao diabo – “ao Senhor Teu Deus adorarás e só a Ele darás culto” usando as palavras da Lei em Êxodo 20:4 e 5, quando Deus ordena ao povo de Israel: Só a Ele adoração e o culto.

O constante desígnio de Satanás é roubar aquilo que é devido a Deus – a adoração. Mesmo sabendo que fomos feitos para louvor e glória do Deus vivo, (Ef. 1:12 – a fim de sermos para louvor da sua glória, nós os que de antemão esperamos em Cristo)., o inimigo tem tentado de todas as formas deturpar o culto a Deus, limitando-o em formas e costumes em acordo mais com culturas e padrões humanos do que com o coração de Deus, assim foi com o povo de Israel, depois com a Igreja. Sutilmente a idolatria à imagens e ídolos foi se infiltrando no culto da cristandade e foi assim corrompendo o entendimento dos líderes e crentes em geral. A forma pagã e judaica de templo foi sendo imposta à Igreja fazendo assim que os templos vivos que somos nós os redimidos (I Cor 3:16), lugar da verdadeira adoração fossem reduzidos a simples membros na maioria “leigos“ que por dezenas de séculos de escuridão e inoperância foram dependentes de um sacerdócio externo para cultuar a Deus, de geração em geração, homens, imagens e ídolos de todas as formas se colocaram como intermediários daqueles que podem achegar-se com intrepidez ao Santo dos Santos através do novo e vivo caminho que é Jesus. (Hb.10:19 a 22)

Porém hoje o Pai está restaurando toda a verdade e isto diz respeito também a nossa vida de relacionamento com Ele, e a intermediação tem acabado, pois Cristo Jesus nosso único mediador tem levado a Igreja a um entendimento nesta área e por todo o mundo tem surgido um novo culto de verdadeira adoração àquele que é digno, Jesus que disse, “ninguém vem ao Pai senão por mim”. Jo. 14:6.

Quando portanto Jesus focaliza ao Pai está focalizando também a si mesmo (quem vê a mim vê ao Pai – Jo.14:9) e está focalizando também ao Espírito Santo (Jo.14:26) . A trindade Santa portanto, são o foco da nossa adoração e a Eles nos achegamos com liberdade e amor.

Já fiz diversas vezes a pergunta porque devemos adorar a Deus?

Adorar em Espírito e Verdade

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João 4.1-24
Quando chegamos aos cultos, ou em especial nos cultos de domingo, ouvimos sempre das pessoas que estão dirigindo o culto, “vamos ouvir o ministério de louvor e adoração”.

Mas o que é louvor e adoração?

Como podemos classificar se o momento é louvor ou se é adoração?

Louvor: qual o significado desta palavra?

Adoração: como decifrar?

Ao passarmos pelo Evangelho de João vemos um dialogo de Jesus com uma mulher samaritana, dialogo que nos ensina algumas verdades, sobre a adoração e o louvor que o Senhor deseja de seu povo. Nos últimos tempos temos visto uma defasagem muito grande com relação dos louvores que temos apresentado nos cultos ao Senhor. Muitos lideres de louvor tem permitido o mundo invadir o seu ministério. Canções que não tem nenhum conteúdo bíblico, nenhuma base com a palavra de Deus e isso tem prejudicado e destruído muitos ministérios da igreja do Senhor. Mas nós não estamos querendo tratar deste assunto, o intuito deste estudo é falarmos sobre louvor e adoração. Depois nós iremos comentar sobre esse assunto, “porque os ministérios da igreja do Senhor Jesus têm fracassado no momento de se aproximar de Deus”.

Voltando ao nosso tema louvor e adoração, Jesus cansado da viagem para em frente a um poço quando ali se encontra com aquela mulher samaritana, puxando algum assunto ele se depara com alguns pontos.

Primeiro tradições.

João 4.9 A mulher samaritana lhe perguntou: “Como o senhor, sendo judeu, pede a mim, uma samaritana, água para beber? ” ( Pois os judeus não se dão bem com os samaritanos. )

Tradições que nos afastam e nos impede de conhecer o verdadeiro Deus e a verdadeira adoração. Isso tem acontecido com ministérios q tem vivido mais as tradições do que o verdadeiro Deus.

Segundo falta de conhecimento.

Jesus lhe respondeu: “Se você conhecesse o dom de Deus e quem lhe está pedindo água, você lhe teria pedido e ele lhe teria dado água viva” João 4.10 Qual o conhecimento que temos tido de Deus? Jesus fez uma colocação muito importante, se você conhecesse você conhece o Jesus que “você tem adorado”? Podemos fazer outra pergunta. Como conheceremos a esse Jesus que nos conduz a verdadeira adoração? Muitas vezes temos oferecido coisas condenadas ao Senhor, coisas que o Senhor já condenou nós com a nossa mente e os nossos olhos fechados, não temos observado alguns pontos importantes no momento de adorarmos a um Deus soberano, terrível e grande. João 4.12 “acaso o senhor é maior que o nosso pai Jacó, que nos deu o poço, do qual ele mesmo bebeu, bem como seus filhos e seu gado?” Muitas vezes não

enxergamos essa grandeza de nosso Salvador e oferecemos qualquer coisa no seu altar.

João 4.13-15 quando vivemos em tradições, e não vivemos prosseguindo a conhecer Jesus a tendência é sempre estarmos vazios de Deus e cheios do nosso eu. Mas quando conhecemos o nosso Deus, uma fonte transborda em nossa vida para a vida eterna, quando bebemos dessa fonte, isso nos faz conhecer o verdadeiro Deus e a verdadeira adoração.

Adoração!

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“Rogo-vos, pois, irmãos, pelas misericórdias de Deus, que apresenteis o vosso corpo por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional. E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.” Romanos 12.1,2

“Deus é espírito; e importa que os seus adoradores o adorem em espírito e em verdade.” João 4.24

Porque fomos criados?
Pra que fomos criados?
Qual o propósito da nossa criação?

Deus nos criou pra o louvor de sua glória.

Queremos fazer uma reflexão nestes dois textos clássicos que nos orienta a uma verdadeira adoração.

É comum chegarmos à igreja começarmos a cantar, orar, bater palmas e etc. Mas não é comum buscarmos conhecimento de Deus, pra saber de qual maneira devemos nos aproximar Dele. A igreja do Senhor a cada dia tem se afastado da verdadeira adoração, não basta dizer, sou apaixonado por ti, não basta dizer, Senhor te quero mais que tudo, porque, a Palavra diz que ele procura verdadeiros adoradores, não apaixonados.

Falando sobre adoração o apostolo Paulo nos traz em sua carta aos Romanos algumas orientações que Deus aceita, para entrarmos em sua presença. “Deus é espírito; e importa que os seus adoradores o adorem em espírito e em verdade.” João 4.24

40 ANOS NO DESERTO

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As peregrinações que os filhos de Israel realizaram, marchando desde o Egito até à terra de Canaã, foram uma escola importante para sua instrução.

Foi em Ramessés que principiou a marcha dos israelitas. O caminho direto deste lugar para Canaã teria sido pela terra dos filisteus, ao norte dos lagos Amargos, e ao longo da orla setentrional do deserto de Sur. Todavia, essa direção foi-lhes proibida (Ex 13.17,18); e por isso, depois de por certo tempo tomarem o rumo oriental, prosseguiram para o sul, exultando certamente com isso o Faraó, porque julgava assim em seu poder.
Acamparam a primeira noite em Sucote, que não devia ter sido longe de Ramessés. Pela segunda tarde chegaram à orla do deserto, em Etã. Provavelmente agora deviam ter seguido para o Oriente, mas foi-lhes ordenado que “retrocedam e que acampem defronte de Pi-Hairote, entre Migdol e o mar, diante de Baat-Zefom” (Ex 14.2); era um estreito desfiladeiro, perto da costa ocidental do Golfo, entre os montes que guarnecem o mar e uma pequena baia ao sul. Ficavam deste modo “desorientados na terra”.
Esse movimento teve o efeito  de atrair o Faraó, para junto deles; e o desígnio de alterar desta forma a linha da sua marcha foi revelada a Moisés (Ex 14.17). Os egípcios aproximaram-se dos israelitas quando estes estavam acampados diante do braço ocidental do mar Vermelho. Como, quer na extensão, quer na profundidade do golfo de Suez, se operou uma notável mudança  no decorrer destes últimos trezentos anos, em virtude duma grande acumulação de areia, é por esta razão impossível determinar o lugar onde os israelitas atravessaram. Eles passaram pelo mar  em seco para o lado oriental, perto do sítio agora chamado Ayun Musa (poços de Moisés), principiando aqui o deserto de Sur (Ex 15.22), ou o deserto de Etã (Nm 33.8). Estas duas expressões de aplicam à parte superior do deserto; este deserto estende-se desde o Egito até à praia oriental do mar Vermelho, e alarga-se para o Norte até à Palestina.