Igreja Evangélica Pentecostal

II Aos Corintios 11:28 - Alem das coisas exteriores, me oprime cada dia o cuidado de todas as igrejas.

Pescadores de Homens

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Quando Jesus chamou quatro homens de seu trabalho regular como pescadores para se tornarem Seus discípulos, Ele disse: “Vinde após mim, e eu vos farei pescadores de homens” (Mt 4.19). Pescadores de homens é uma bela figura de linguagem para descrever aqueles que ganham almas.

“Caminhando junto ao mar da Galiléia, viu os irmãos Simão e André, que lançavam a rede ao mar, porque eram pescadores. Disse-lhes Jesus: Vinde após mim, e eu vos farei pescadores de homens. Então, eles deixaram imediatamente as redes e o seguiram. Pouco mais adiante, viu Tiago, filho de Zebedeu, e João, seu irmão, que estavam no barco consertando as redes. E logo os chamou. Deixando eles no barco a seu pai Zebedeu com os empregados, seguiram após Jesus” (Mc 1.16-20).

Verdadeiramente, esses homens se ligaram ao chamado de Jesus, pois Marcos diz que eles largaram seu barco com o restante da tripulação ainda dentro dele e O seguiram imediatamente.

Eles estavam acostumados a trabalhar com as redes, às quais tinham que dar manutenção diária para poderem jogá-las ao mar. Além do próprio barco, as redes eram seu instrumento de trabalho mais importante. Quando jogamos nossas redes para pescar almas, há verdades importantes que precisamos aplicar – como vemos nas redes desses pescadores.

Não Tentarás o Senhor

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Mt 4.7

Cristo foi conduzido pelo Espírito Santo ao deserto para ser tentado pelo diabo. Porém, Ele mesmo assevera: Não devemos tentar a Deus (Ele mesmo sendo Deus não poderia ser tentado a cometer o mal). O Senhor, citando Dt 6.16, nos ordena: “Não tentarás o Senhor, teu Deus”. Não devemos colocar Deus à prova, nem desafiá-lo ou provocá-lo. Como tentamos a Deus?

1. Há o modo que é ordenado por Ele (Ml 3.10).

Após ordenar aos israelitas que trouxessem o dízimo, o Senhor ordena: “provai-me nisto…”. Quando Deus tem uma aliança com alguém, Ele garante cumprir a Sua parte neste pacto se a outra parte cumpre o seu papel.
Deus aceita que confirmemos a veracidade de Suas promessas (Sl 18.30), que provemos a Sua palavra, pois Ele sempre será verdadeiro (Rm 3.4; 1 Ts 1.9) e a confirmação das Suas promessas mostrará a Sua fidelidade (Sl 89.5). 

A ARCA DA ALIANÇA

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O propósito do tabernáculo era alojar a Arca na qual foram colocadas as tábuas dos Dez Mandamentos.
A Arca tinha 2 1/2 côvados x 11/2 côvado, um baú de madeira retangular com sua tampa, o Propiciatório,
com os Querubins da glória um de frente ao outro com suas asas estendidas. O sangue era aspergido abaixo,
entre os anjos do juízo, que estavam olhando. Quando eles viam o sangue, a ira de Deus era aplacada.
A Arca foi revestida de ouro puro e tinha uma coroa de ouro.

A Arca da Aliança’ (Ex 25:10-22)

Apenas uma vez por ano, no Yom Kippur, o Sumo Sacerdote poderia ir além do véu. O véu separou o homem do Santo dos Santos. Estava atrás deste véu, um cômodo de 10 côvados quadrados, chamado de Santo dos Santos, que era a parte mais sagrada de toda a estrutura do tabernáculo. Esta era a Arca da Aliança, que foi mencionada primeiro, antes de toda a mobília no tabernáculo. A tampa em cima da arca era conhecida como o Propiciatório, que foi considerado uma parte separada da mobília, mas era um com a arca. A arca estava no centro do acampamento, e a nuvem da glória era vista sobre o propiciatório, na parte mais interior do tabernáculo.

Anjos bons

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Texto-base: Hb 1.1-2.18

Definição: Do grego angelos . Em hebraico, malak. Significa “mensageiro”.
No AT, o termo malak ocorre 108 vezes. No NT, onde a palavra angelos aparece 165 vezes.

Os anjos são seres reais, espirituais, criados por Deus (Ne 9.6; Sl 148.2,5; Cl 1.16). Estavam presentes quando a terra foi criada (Jó 38.4-7)

Natureza dos anjos:
São espíritos incorpóreos (Sl 104.4; Hb 1.14; Ef 6.12)
Não devem ser adorados (Rm 1.25; Cl 2.18; Ap 19.10; 22.8,9)
Na maior parte do tempo, são invisíveis. Podem tomar a forma de corpos humanos (Hb 13.2; Gn 19.1; Lc 1.26,27; At 8.26; 12.7,8)
São uma companhia, não uma raça. Não morrem; não há aumento ou diminuição do seu número (Lc 20.34-36). No AT por 5 vezes são chamados de “filhos de Deus” ( Gn 6.2,4; Jó 1.6; 2.1; 38.7 ) mas nunca lemos a respeito dos “filhos dos anjos”. Os anjos sempre são descritos como varões, porém na realidade não tem sexo, não propagam sua espécie (Lc 20.34-35).
Existem em grande número (Hb 12.2; Mt 26.53*; Ap 5.11) – * Legião = cerca de 4500.
Sua morada é o céu (Mt 22.30; Lc 2.13-15; Jo 1.51; Mc 13.32; Gl 1.8)

A personalidade dos anjos:

Jesus me Aceita Como eu Sou?

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Creio que esta pergunta deva fazer parte do vocabulário de muitas pessoas. Alguém poderá dizer: eu nasci assim, sou assim, o que será que tenho que mudar para ir até Jesus? Ou será que Jesus me aceita como eu sou?

Sim. Jesus te aceita como você é, mas se recusa a deixá-lo como você está. Como entender isto?

Imagine uma grande e glamourosa festa. Em certo momento chega um mendigo na porta da mansão onde está desenrolando a festa e diz: Quero entrar! Imediatamente o anfitrião é chamado e depois de conhecer o novo visitante diz que ele poderá entrar do jeito que ele está (sujo, roupa rasgada, cheirando mal e etc), mas não poderá permanecer daquela forma na sua festa. Entendendo que esta é a melhor alternativa, o mendigo aceita a condição.

Os empregados então toma o mendigo e começa o serviço: tira a roupa suja, banho, corta as unhas, cabelo e barba. Coloca um terno fino e um sapato confortável em seus pés. Enquanto um dos empregados ajusta a gravata, outro dá as instruções de boas maneiras e como se portar bem à mesa. Por fim, um bom perfume, um relógio elegante no punho e as últimas instruções de cavalheirismo, cordialidade e demais elementos da boa educação.

Pronto. Agora ele poderá sentar-se a mesa e comer com o anfitrião e os convidados.

Ora, de forma semelhante é a pessoa que chega aos pés de Jesus e pergunta: Você me aceita como eu sou? Sim. Certamente que aceita, mas não para você continuar como você é e sim para ser transformado pelo poder da palavra de Deus.

As pessoas que procuraram Jesus ou que foram levadas até ele enquanto esteve na terra, invariavelmente eram pessoas problemáticas: Cegos, leprosos, adúlteros, ladrões, endemoniados e por aí vai. Os doentes foram curados, os pecadores foram perdoados e os endemoniados libertos. Jesus veio para mudar a vida das pessoas, por isto ele não poderá deixar você vir a ele e permanecer sem mudança alguma.

No Evangelho de Marcos no capítulo 2:15-17 encontramos a essência deste ensinamento. Veja o que diz:

E aconteceu que, estando sentado à mesa em casa deste, também estavam sentados à mesa com Jesus e seus discípulos muitos publicanos e pecadores; porque eram muitos, e o tinham seguido.

E os escribas e fariseus, vendo-o comer com os publicanos e pecadores, disseram aos seus discípulos: Por que come e bebe ele com os publicanos e pecadores?

E Jesus, tendo ouvido isto, disse-lhes: Os sãos não necessitam de médico, mas, sim, os que estão doentes; eu não vim chamar os justos, mas, sim, os pecadores ao arrependimento.

Jesus veio para nos libertar do pecado e nos dar a salvação, ele está te chamando ao arrependimento e a uma nova vida. Não se preocupe, ele vai te aceitar como você é, embora não o deixará assim, mas fara uma transformação em sua vida, desde que você aceite o convite de Jesus para entregar a sua vida a ele.

 

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